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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Treinamento para Crianças e Adolescentes


A popularidade do treinamento de força entre crianças e adolescentes aumentou nos últimos anos e a aprovação do treinamento para jovens por organizações profissionais qualificadas vem se tornando universal. As seguintes organizações têm produzido indicadores de que o treinamento de força para jovens é eficaz e seguro quando apropriadamente supervisionado: American Academy of Pediatrics, Amercian College os Sports Medicine, American Orthopedic Society for Sports Medicine e a National Strenght and Conditioning Association. Entretanto, muitos conceitos errados e equívocos ainda existem sobre o assunto. 

O posicionamento das organizações supracitadas é de que jovens podem beneficiar-se da participação em programas de treinamento de força, sendo esses benefícios: 
Aumento da força muscular, potência, resistência muscular localizada, diminuição de lesões nos esportes e atividades recreativas. 
Os danos causados por treinamento inadequado atingem qualquer indivíduo independente da idade, gênero ou outro fator. O que se questiona em relação às crianças e adolescentes, por exemplo, é sobre o desenvolvimento ósseo e possíveis problemas de crescimento. Todos os estudos de cunho acadêmico mostram que o treinamento adequado não prejudica a maturação óssea ou qualquer outro fator de crescimento, muito pelo contrário, crianças e adolescentes que se submeteram aos programas de treinamento de força, quando adultos tiveram melhor qualidade óssea, prevenindo problemas futuros como a osteoporose ou mesmo fraturas. 
Além disso, podemos usar a coerência, pois existe o medo de uma criança treinar em salas de musculação, mas praticar esportes de contato e muitas vezes violentos como o caso do futebol é aceito? Qual a racionalidade disso? 
Por fim ainda pode ser dito aqui que se treinar força prejudicasse o desenvolvimento da criança, nem educação física escolar seria permitido. Por isso toda atividade física para qualquer população deve ser acompanhada por profissionais qualificados

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO